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Rua Vítor Cordon, Lisboa (2ª Fase)

O logradouro do nº 45 da Rua Victor Cordon, na zona do Chiado, em Lisboa, encontra-se numa zona sensível do ponto de vista arqueológico, local alvo de sucessivas ocupações, nomeadamente a construção naquele espaço do designado Edifício do Tesouro, associado ao Paço dos Duques de Bragança, bem como a Cerca Fernandina, localizada no limite sul do mencionado logradouro.
O edifício em análise foi alvo de trabalhos arqueológicos realizados por esta mesma equipa no ano de 2009/2010. Estes possibilitaram a identificação de importantes vestígios de época Moderna, relacionados com o antigo edifício do tesouro que integrava o palácio dos Duques de Bragança, bem como a identificação de um pequeno troço da muralha Fernandina.
Os trabalhos então realizados incidiram exclusivamente no interior do edifício e num pequeno esconso localizado no extremo SE deste, ficando de fora o diagnóstico da área correspondente ao logradouro. Nesse sentido e perante o facto de o projecto aprovado implicar a ocupação dessa área com pisos abaixo da cota de soleira, revelou-se de fulcral importância a realização de um diagnóstico prévio deste sector de forma a esclarecer a natureza estratigráfica e arqueológica desse espaço (logradouro).
Nesse sentido os trabalhos arqueológicos agora desenvolvidos consistiram na realização de sondagens de diagnóstico prévio em cerca de 25% da área total do logradouro, de modo a possibilitar uma amostragem representativa da realidade arqueológica e estratigráfica do local.
Para além das sondagens de solo, foi ainda realizado o levantamento exaustivo da Cisterna existente no interior do edifício, dando-se assim cumprimento ao solicitado no ponto 5.2 do ofício nºS-2015/359251 (CS:992828), despachado a 14/01/2015 pela DGPC aquando da autorização dos trabalhos arqueológicos agora desenvolvidos.
Os trabalhos arqueológicos realizados na área do logradouro do edifício nº45 permitiram o reconhecimento da realidade ocupacional do local e caracterizar a realidade estratigráfica presente. As três sondagens arqueológicas ocuparam uma área que corresponde a cerca de 25% da área total e a sua disposição permitiu obter uma amostragem da realidade arqueológica da área do logradouro.
De modo geral, foram identificados três momentos fundamentais para a ocupação do local. Uma ocupação de época moderna anterior ao terramoto de 1755, uma ocupação também de época moderna mas já posterior ao terramoto e contextos do século XIX relacionados com a construção do Hotel Bragança.
Efectivamente, os contextos integráveis em época moderna ainda anteriores ao terramoto dizem respeito essencialmente ao conjunto de estruturas relacionadas com o Palácio dos Duques de Bragança, mais precisamente com a Casa do Tesouro. As fontes históricas indicam que o edifício do Tesouro ocuparia a área onde foi posteriormente construído o Hotel Bragança, embora a data da sua edificação não seja conhecida. O que foi possível apurar com a escavação Arqueológica foi a existência de um conjunto de estruturas que consideramos terem feito parte do edifício de época moderna dadas as suas características construtivas.
Apenas na sondagem 1 foram recolhidos materiais arqueológicos com uma datação anterior ao terramoto de 1755, mais precisamente de finais do século XVII e inícios do século XVIII, provenientes dos enchimentos da vala de fundação de estruturas, [108] e [112].
Relativamente aos vestígios estruturais constatou-se a existência de uma parede com orientação Este-Oeste constituída por silhares de grande dimensão, seguindo o alinhamento do edifício do século XIX, a qual designamos como [208] e [308], e uma outra, perpendicular a esta, no sentido Norte-Sul, com o mesmo aparelho construtivo e à qual atribuímos a designação de [119]. Em ambos os casos, as paredes assentavam em alicerces constituídos por pedra e argamassa de consistência forte, mais concretamente [215], [331]/[339] e [115], estando apenas esta última associada a um interface de fundação, [110].
Considera-se também que estejam relacionadas com os contextos do Palácio dos Duques de Bragança, ainda de época anterior ao terramoto, as estruturas [114], [216] e [334]. A primeira foi detectada apenas na sondagem 1 e consiste numa canalização com orientação Norte-Sul construída fundamentalmente em tijoleira. As outras duas unidades estratigráficas são equivalentes, tendo sido identificadas nas sondagens 2 e 3, e a sua interpretação apresenta algumas dúvidas. Dada a sua dimensão, o facto de se tratar de uma estrutura maciça, de adossar ao alicerce do edifício de época moderna e tendo em conta as características da topografia do local, pensamos que terá correspondido a uma estrutura de contenção e de reforço do alicerce do Palácio dos Duques de Bragança construída ainda antes do terramoto de 1755.
Destacamos ainda que as áreas intervencionadas nas três sondagens arqueológicas incidiram maioritariamente naquele que seria o espaço exterior do Palácio dos Duques de Bragança. As sondagens 1 e 3 atingiram uma pequena área de interior do complexo em questão, tendo sido reconhecida uma porção de estrutura, [119], resumida a escassos 0,20m de espessura, relacionada com as divisões interiores do edifício. Todavia, a potência sedimentar e arqueológica presente na área interior do Palácio será pouco expressiva tendo em consideração os dados obtidos através da escavação.
Ainda sobre este assunto, importa mencionar que os trabalhos arqueológicos desenvolvidos permitiram completar um pouco mais o conhecimento já existente sobre a configuração do antigo edifício do tesouro que ocupou em época Moderna aquele espaço.
Estaríamos assim perante um edifício que muito provavelmente se distribuía por dois patamares distintos, um mais baixo, formado por uma estrutura em parte enterrada, espécie de cave, que corresponde grosso modo ao piso -1 do actual edifício, alvo de caracterização em 2010 pela mesma equipa responsável pelos trabalhos agora desenvolvidos e um outro patamar mais elevado, correspondente ao limite Oeste do edifício e respectivo logradouro. Efectivamente já anteriormente tinha sido observado que no limite Oeste do edifício não se desenvolviam os compartimentos abobadados observados no piso -1, tendo sido identificado na altura o substrato geológico a aflorar a cerca de 1m abaixo da cota de circulação actual.
As sondagens agora realizadas confirmaram essa situação, permitindo inclusive perceber que o edifício do tesouro embora não se desenvolvendo a uma cota inferior, estendia-se também para a área ocupada pelo logradouro do edifício existente, seguindo o mesmo alinhamento deste.
Os vestígios destes alinhamentos resumem-se, conforme mencionado, ao seu alicerce, que terá cortado o substrato geológico, fundando-se sobre este.
Após o terramoto e com o abandono do Palácio, o local terá conhecido diferentes fases de ocupação. Na sondagem 2 foi identificado um murete no sentido Este-Oeste que possivelmente fez parte de um conjunto de casebres que ocupou o espaço antes da reedificação promovida no século XIX.
Os contextos arqueológicos detectados seguidamente, com cronologias anteriores ao início do século XIX, foram identificados unicamente na sondagem 2 e correspondem a um piso em argamassa [213] e a dois depósitos [211] e [212].
A escavação arqueológica revelou ainda um conjunto de estruturas cuja atribuição cronológica apresentou algumas dificuldades. No entanto, tendo em consideração as relações estratigráficas colocamos a sua construção num intervalo cronológico já do século XIX mas ainda anterior às construções dos edifícios nº45 (1840) e nº45C (1880). São estes: o piso em calçada [207], os muros de divisão de propriedade [217]/ [345], [218] e [226]/[346], bem como a estrutura [228]/[347].
Outros contextos arqueológicos datáveis de época contemporânea, mas ainda do século XIX, dizem respeito essencialmente a aterros e despejos realizados aquando da construção do edifício do Hotel Bragança. Assim, não obstante às suas respectivas diferenças de composição, colocamos neste grupo cronológico os depósitos sedimentares [106], [202], [314], [315], [317], [319], [321], [325], [326], [328], [329], [330], [332], [335], [336], [338] e os possíveis pisos [327] e [333]. Embora tenham sido distinguidos vários níveis arqueológicos, sobretudo na sondagem 3, tendo por base as suas características, o que nos foi permitido constatar posteriormente e ainda durante os trabalhos de escavação foi a presença em todos eles de materiais de época contemporânea, sendo que fragmentos da mesma peça foram identificados em vários destes depósitos.
De época contemporânea, já inseridos no século XX, fazem parte o piso em calçada de paralelos, [100], [200] e [300], o passeio em calçada [222], [305] e [342], bem como os seus níveis de preparação, particularmente [102], [201], [301] e [302]. As restantes estruturas actuais estão relacionadas com infra-estruturas, na sua maioria respeitantes a canalizações, e foram designadas como [104], [105], [112], [230]/ [351], [231]/ [352], [303], [316] e [353].
No que respeita à Muralha Fernandina, os trabalhos de cariz arqueológico levados a cabo na área do logradouro do edifício nº 45, não permitiram a identificação de nenhum elemento estrutural associado àquela estrutura. Foram realizadas sondagens na área onde se desenvolveria parte da estrutura defensiva do século XIV, onde foram registadas estruturas de épocas posteriores que limitaram a cota de intervenção dos trabalhos arqueológicos. Embora não tenham ficado visíveis vestígios do traçado da Muralha no local, tal não significa que a estrutura não esteja presente a uma cota inferior àquela que nos foi possível atingir com os trabalhos de diagnóstico.
Os trabalhos arqueológicos desenvolvidos não permitiram a identificação de realidades arqueológicas de relevância significativa. Como atrás exposto, do ponto de vista estrutural temos a assinalar o aparecimento dos alicerces do edifício dos Duques de Bragança – Casa do Tesouro enquadrados em época Moderna, a que se adossa uma outra estrutura também ela aparentemente coeva cronologicamente desta última. Todas as outras estruturas identificadas correspondem já a momentos de ocupação pós-terramoto de 1755, especialmente enquadradas já no século XIX relacionadas com a construção dos edifícios actualmente existentes. Toda a área intervencionada, salvo pequenas excepções encontrava-se coberta por aterros contemporâneos.

Responsáveis pelo Projecto: Vanessa da Mata, Nuno Neto e Paulo Rebelo

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